domingo, 4 de janeiro de 2009

Artigo Científico - Revista de Ciências Médicas - PUC-Campinas


TISSUE RESPONSE TO WHITE AND GRAY MINERAL TRIOXIDE AGGREGATE (MTA) IMPLANTED IN TIBIAL BONE DEFECTS OF RATS.

Revista de Ciências Médicas - Jan 2008 v. 17 n.1

Background: MTA is biocompatible and presents adequate mechanical properties to be implanted in bone fractures. Bone tissue response to gray and white MTA was evaluated according to the period after implantation.
Methods: MTA was implanted in tibia bone defects of sixteen Wistar, adult, male, rats. Gray MTA was implanted in the left hind leg, while white MTA was implanted in the right hind leg of the rats. Control group comprised 16 animals. Tissue samples for morphological and morphometric evaluations were removed two, four, eight and 16 weeks after implantation. TPS Dig 1.38 software was used for histological analysis. Statistical analysis used ANOVA followed by Tukey Test (p<0.05).
Results: MTA was identified in the periosteum region and adjacent connective tissues, but not within bone matrix. Osteoblastic proliferation and primary bone formation, such as that found in control group, were observed in fracture areas. Cellular infiltrate, which could indicate an inflammatory process, was not observed in the periosteum region. Abnormal collagen fibers deposition or neoformed blood vessels were not significantly detected. Significant morphometric differences were not established between both MTA materials.
Conclusions: Both types of MTA, in the experimental conditions, did not significantly interfere in the healing process of the bone defect.

Autores:
Pedro Paulo Barros, Rodrigo Sanches Cunha, Gustavo Henrique Silva e Carlos Eduardo da S Bueno

ARTIGO CIENTÍFICO - OOOOE


Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 2009;107:e65-e69

Objective: The purpose of this study was to determine the ideal concentration of bismuth oxide in white Portland cement to provide it with sufficient radiopacity for use as an endodontic material (ADA specification #57).
Study design: 2-mm thick standardized test specimens of white MTA and of white Portland cement, as controls, and of white Portland cement with the experimental addition of 5%, 10%, 15%, 20%, 25% or 30% of bismuth oxide were radiographed and compared with various thicknesses of pure aluminum, using optic density to determine the observed grayscale levels of radiopacity in a scale ranging from 0 to 255. The data was submitted to ANOVA (p0.05) and the Ryan-Einot-Gabriel-Welch and Quiot test (REGWQ) for multiple comparison of the means.
Results: White Portland cement with 0%, 5%, 10%, 15%, 20%, 25% and 30% of bismuth oxide presented mean readings of 63.3, 95.7, 110.7, 142.7, 151.3, 161.0 and 180.0 respectively. MTA presented a mean reading of 157.3.
The readings of MTA and white Portland cement with 15% bismuth oxide did not differ significantly from the reading observed for a thickness of 4 mm of aluminum (145.3), which is considered ideal for a test specimen by ADA specification #57 (2 mm above the thickness of the test specimen).
Conclusion: White MTA and white Portland cement with 15% bismuth oxide presented the radiopacity required for
an endodontic cement.

Carlos Eduardo da Silveira Bueno, Eduardo Gregatto Zeferino, Luiz Roberto Coutinho Manhães, Jr., Daniel Guimarães Pedro Rocha, Rodrigo Sanches Cunha e Alexandre Sigrist De Martin

Perfuração radicular como conseqüência da instalação de mini-implantes

Rodrigo Sanches Cunha
Carlos E S Bueno


Os mini-implantes, também denominados microimplantes ou pinos de ancoragem representam o principal avanço na ortodontia nos últimos 10 anos. Profissionais habilitados e exames pré-operatórios tais como radiografias e tomografias computadorizada são métodos eficazes para evitar acidentes trans-operatórios. O toque da superfície radicular durante a perfuração do tecido ósseo, ou até mesmo a perfuração radicular podem ter conseqüências desastrosas para o elemento dental, devendo ser criteriosamente analisado.
Iremos subdividir em 3 situações clínicas:
a) Leve resvalamento da superfície radicular, mantendo-se em cemento:
O toque, mesmo que sutil, de uma broca na superfície radicular externa é o suficiente para remover cementoblastos. Estes protegem as raízes das reabsorções, pois não possuem receptores para os mediadores que comandam a reabsorção radicular, impedindo que alterações hormonais, inflamações e estresses peri-radiculares promovem reabsorções dentárias. Ao se removerem cementoblastos um processo de reabsorção inflamatória transitória terá início, principalmente durante a movimentação dentária induzida deste elemento dental. Porém, assim que a força é removida e pela natureza inflamatória da reabsorção, cementoblastos vizinhos à região afetada se proliferam e, em aproximadamente 12 semanas, recobrem a superfície lesada promovendo nova deposição de cemento.1
b) Desgastes maiores, atingindo a camada de dentina, porém sem exposição pulpar:
Se ocorrer um desgaste maior, perfurando o cemento e a dentina, porém, sem afetar a polpa, a conduta deve ser remover o miniimplante e redirecioná-lo. Quanto ao dente perfurado, como não existe comprometimento pulpar, ocorrerá reabsorção radicular por algumas semanas, a inflamação de origem traumática e cirúrgica irá, gradativamente, desaparecendo, com seus mediadores, visto que não houve contaminação bacteriana. Entre 3 e 6 meses, a tendência será dos tecidos periodontais voltarem à normalidade, com recobrimento da área por novo cemento e reinserção das fibras periodontais2. Deve-se realizar controles radiográficos periódicos até a volta completa do espaço periodontal à normalidade.
c) Desgaste excessivo com exposição pulpar:
Se ocorrer exposição pulpar pequena, o paciente for jovem e a polpa estiver livre de processos inflamatórios prévios, a presença de células e o grande metabolismo pulpar promovem reparo daquela região, já que o mais nocivo para o órgão pulpar é a presença de bactérias. Internamente, graças aos odontoblastos, haverá uma nova deposição de dentina e externamente a neodeposição de cemento graças aos cementoblastos. Quando a exposição pulpar for muito grande, ocorrendo esmagamento e destruição de vasos sanguíneos, haverá certamente uma inflamação irreversível levando a necrose do órgão pulpar. O tratamento endodôntico está indicado e, dependendo da amplitude da perfuração, pode ser necessária intervenção cirúrgica para a vedação desta com um cimento de mineral trióxido agregado (MTA).

Referências Bibliográficas:
1- Assecherick K et al. Root repair after injury from mini screw. Clinical Oral Implants Research. V.16; n.5; p. 575-78, 2005
2- Consolaro A et al. Mini Implantes: pontos consensuais e questionamento sobre seu uso clínico. R Dental Press Ortodontia Ortopedia Facial, v. 13; n.5; p.20-27, 2008

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

ARTIGO CIENTÍFICO - JOURNAL OF ENDODONTICS


Foi avaliado o tempo e a quantidade de material obturador remanescente, visivel radiograficamente, após o retratamento endodôntico em dentes obturados com guta-percha associada ao cimento AH Plus e dentes obturados pelo sistema Real Seal (Um material à base de resn, primer autocondicionante e cimento resinoso). Este estudo apresentou como resultados a igualdade estatística no tempo de retratamento dos dois materiais e os dentes que foram obturados com o sitema Real seal apresentaram uma quantidade de material obturador remanescente inferior ao grupo onde os dentes foram obturados com guta-percha e AH Plus.

Journal of Endodontics - v.33, n.12 p.1426-28 - 2007
Autores:

Rodrigo Sanches Cunha, Alexandre Sigrist De Martin, Pedro Paulo Barros, Fabiola Mendonça da Silva, Rogério de Castilho Jacinto e Carlos Eduardo da Silveira Bueno

ARTIGO CIENTÍFICO - INTERNATIONAL JOURNAL OF CLINICAL DENTISTRY


A fusão é definida como uma anomalia de desenvolvimento que ocorre devido a união de dois ou mais dentes adjacentes durante a diferenciação do germe dental. Este artigo relata o tratamento endodôntico de uma fusão de ILS com supranumerário. Observe a dificuldade de se realizar a limpeza da comunicação interna (pulpar) entre os dentes, que só foi possível graças a uma irrigação eficaz com solução de hipoclorito de sódio 5,25%.

International Journal of Clinical Dentistry - v.1, n.3, p.157 - 2008
Autores:
Rodrigo Sanches Cunha; Vivian Allendorf; Carlos Eduardo Fontana; Rogério de Castilho Jacinto; Eduardo Rodrigues Fregnani e Carlos Eduardo da Silveira Bueno

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

ARTIGO CIENTÍFICO - REVISTA APCD


Foi publicado na Revista da APCD, a pesquisa realizada pelo Prof. Felipe Davini, onde se comparou a biocompatibilidade dos cones de Resilon e Guta-percha.

REVISTA DA APCD - v. 62 n.3- 2008

O objetivo deste estudo foi avaliar a biocompatibilidade em tecidos subcutâneos de ratos dos cones de resilon e cones de guta-percha. Para isso, foram selecionados 20 ratos adultos divididos em quatro grupos de cinco ratos cada. Em cada rato foram implantados um pedaço de cone de resilon e um de guta-percha. O Grupo I foi observado após 24 horas; o Grupo II, após 48 horas; o Grupo III, após sete dias; e o Grupo IV, após 30 dias. Na análise histológica, observou-se que, no Grupo I, os dois materiais provocaram uma reação inflamatória aguda intensa, com presença de neutrófilos. No Grupo II, ao redor da guta-percha ainda havia áreas com infiltrado inflamatório rico em neutrófilos, porém em menor extensão que ao redor do resilon. No Grupo III, tanto para a guta-percha quanto para o resilon, observou-se tecido de granulação caracterizado por proliferação fibroblástica endotelial e neovascularização, permeados por moderado a intenso infiltrado inflamatório mononuclear. No Grupo IV, observou- se, em volta dos cones de guta-percha e cones de resilon, um tecido de granulação restrito à proximidade do material, além de menor quantidade de vasos sanguíneos, e infiltrado inflamatório de discreto a moderado. Em algumas regiões ao redor dos cones de guta-percha e resilon, as análises apresentaram cápsula fibrosa delgada livre de inflamação.
Assim conclui-se que os dois materiais se comportaram de forma semelhante quando implantados nos tecidos subcutâneos de ratos, mostrando-se bem toleráveis e biocompatíveis.

Autores
Felipe Davini, Rodrigo Sanches Cunha, Carlos Eduardo da Silveira Bueno, Carlos Eduardo Fontana, Kenner Bruno Miguita, Alexandre Sigrist de Martin

CURSO NA ABO - MACAPÁ - AP


No dia 8 de Outubro estive em Macapá, onde ministrei um curso na ABO. Gostaria de agradecer os colegas presentes no evento e parabenizar a diretoria da ABO !!!

CURSO NA UFPA - BELÉM - PA


Estive no dia 7 de Outubro de 2008 em Belém - PA,onde ministrei um curso junto com a Profa Paula Daniela (PA) na faculdade de odontologia da Universidade Federal do Pará. Gostaria de parabenizar a Comissão Organizadora desse evento MARAVILHOSO!!!!!
O congresso foi em um hotel na cidade de Mosqueiro.

sábado, 22 de setembro de 2007

Efeitos do Uso da Adrenalina na Anestesia Local Odontológica


Resumo
Fundamento: A literatura é controversa no que se refere ao uso de vasoconstritores para anestesia local em cardiopatas,havendo preocupação com a indução de descompensação cardíaca.

Objetivo: Avaliar parâmetros eletrocardiográficos e de pressão arterial durante procedimento odontológico restaurador sob anestesia local com e sem vasoconstritor em portadores de doença arterial coronária.

Métodos: Neste estudo foram avaliados 62 pacientes. As idades variaram de 39 a 80 anos (média de 58,7 + 8,8) anos,sendo 51 pacientes (82,3%) do sexo masculino. Do total de pacientes, 30 foram randomizados para receber anestesia com lidocaína 2% com adrenalina (grupo LCA) e os demais para lidocaína 2% sem vasoconstritor (grupo LSA). Todos foram submetidos a monitorização ambulatorial da pressão arterial e eletrocardiografia dinâmica por 24 horas. Foram considerados três períodos: 1) basal (registros obtidos durante os 60 minutos que antecederam o procedimento); 2)
procedimento (registros obtidos desde o início da anestesia até o final do procedimento) e 3) das 24 horas.

Resultados: Houve elevação da pressão arterial do período basal para o procedimento nos dois grupos quando analisados separadamente; quando confrontados, não apresentaram diferença entre si. A freqüência cardíaca não se alterou nos
dois grupos. Depressão do segmento ST > 1 mm não ocorreu durante os períodos basal e procedimento. Arritmias em número superior a 10 por hora estiveram presentes durante o procedimento em sete pacientes (12,5%), sendo quatro (13,8%) do grupo que recebeu anestesia sem adrenalina e três (11,1%) do grupo com adrenalina.

Conclusão: Não houve diferença em relação a comportamento da pressão arterial, freqüência cardíaca, evidência de isquemia e arritmias entre os grupos. O uso de vasoconstritor mostrou-se seguro dentro dos limites do estudo.

Ricardo Simões Neves, Itamara Lucia Itagiba Neves, Dante Marcelo Artigas Giorgi, Cesar José Grupi, Luís Antonio Machado César, Whady Hueb, Max Grinberg
Instituto do Coração do Hospital das Clínicas – FMUSP – São Paulo, SP

domingo, 9 de setembro de 2007

Simple bone cyst: possible misdiagnosis in periapical pathology.


Este é um artigo interessante e de extrema importância clínica do Prof. Dr. Eduardo Fregnani (SP) e colaboradores. O prof Eduardo é além de PhD em Patologia, Especialista em Endodontia, onde atua como clínico em São Paulo e Jundiaí.

Desde já agradeço a contribuição.


Simple bone cysts are non-neoplastic bone lesions, classified as intraosseous pseudocysts without epithelial lining, that can be empty or filled by fluid and display uncommon clinical and radiographic features. This article presents an unusual case of a simple bone cyst with clinical and radiographic features similar to chronic apical periodontitis. A general dentist referred an 18-year-old man for endodontic treatment after the patient complained of pain in the mandibular right second molar, which displayed a significant bony radiolucency. Chronic periapical lesion was excluded after detailed clinical and radiographic examinations. During surgical exploration, an empty bone cavity was observed and curetted before wound closure. One year later, complete healing was observed.

Gen Dent. 2007 May-Jun;55(3):262.

Fregnani ER, de Moraes Ramos FM, Nadalin MR, Silva-Sousa YT, da Cruz Perez DE.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Prof. J. O. Andreassen - Traumatismo Dental - 7th IFEA - Vancouver


A aula ministrada pelo professor Andreassen trouxe novidades na área de trauma, onde a principal foi a criação de um site para que o profissional acesse e, com o paciente em seu consultório, consiga visualizar o protocolo e prognóstico para cada tipo de trauma através de um questionário. Desta maneira se consegue padronizar o atendimento do paciente que sofreu traumatismo dental e obter o prognóstico para cada caso, aumentando a chance de sucesso.

site:htttp://www.dentaltraumaguide.org

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Prof. Fernando Goldberg - MTA em Ápice Aberto 7th IFEA - Vancouver


Tive o prazer de assistir a conferência ministrada pelo Prof Fernando Goldberg (Argentina), que teve como objetivo demonstrar asos clínicos viabilizando o tratamento endodôntico de dentes permanentes com rizogênese incompleta em sessão única através da obturação com Mineral Trióxido Agregado (MTA). O prof Goldberg se baseou na literatura científica e deixou claro que este procedimento não é uma apicificação, onde temos o fechamento apical com uma barreira mineralizada produzida pelo próprio organismo, e sim o fechamento da porção apical com um material artificial - MTA.

Vancouver - 2007


Aos amigos Carlos Fontana, Flávia Delman, Ariadn Yuri Nakagawa, Cristiane Takahashi e Roberta Araújo pela companhia maravilhosa nesses 7 dias que passamos juntos. Vou sentir saudades!!!

Um abraço a todos !!!

Fratura Radicular Vertical -Relato de Caso


Tenho verificado com certa frequência a ocorrência de Fratura Radicular Vertical (FRV) em dentes com restaurações extensas, tratados ou não endodonticamente. É de extrema importância o correto diagnóstico e o mais breve possível. A FRV leva a destruição óssea, o que certamente compromete a colocação de um futuro implante. O Microscópio Operatório tem grande importância, já que, com o aumento da luminosidade e magnificação visual podemos observar detalhes mínimos.
O presente caso apresenta um fratura radicular vertical na raiz Mesial, onde após 10 anos de tratamento endodôntico, a paciente apresentou fístula entre os dente 36 e 37. A radiografia sugere perda óssea extensa ao redor da raiz Mesial do 37. Após a completa remoção da restauração verificou-se uma FRV na raiz M. Prognóstico desfavorável.

domingo, 12 de agosto de 2007

Artigo Científico - Jornal Brasileiro de Endodontia

AVALIAÇÃO IN VITRO DA ALTERAÇÃO DE TEMPERATURA NA SUPERFÍCIE RADICULAR EXTERNA DURANTE A OBTURAÇÃO DO SISTEMA DE CANAIS RADICULARES PELAS TÉCNICAS HÍBRIDA DE TAGGER E ONDA CONTÍNUA DE CONDENSAÇÃO

Jornal Brasileiro de Endodontia - Ano 5, v.5, n.18 - Jul/Out 2004

O sucesso da terapia endodôntica reside na maior atenção e importância dadas a todas as suas fases operatórias. A obturação tridimensional do sistema de canais radiculares faz-se necessária para que se mantenha o estado de desinfecção obtido após o preparo químico-cirúrgico. Com o intuito de se obter um selamento hermético, mediante o uso de um material obturador mais adaptado às paredes dos canais radiculares, surgem as técnicas termoplastificadas. A geração de calor sobre as estruturas radiculares e sobre todo o tecido de suporte dentário, entretanto, pode resultar em injúrias a este tecido. O presente trabalho teve por objetivo analisar in vitro o aumento de temperatura desenvolvida na superfície radicular externa, em nível médio e apical durante a fase de obturação do sistema de canais radiculares pelas técnicas Híbrida de Tagger e da Onda Contínua de Condensação, para o que foram utilizadas 20 raízes disto-vestibulares de molares superiores. Na medição foram utilizados termopares acoplados a um termômetro digital e os resultados obtidos indicaram que o calor gerado na superfície radicular externa foi estatisticamente maior durante a técnica da Onda Contínua de Condensação quando comparada com a técnica Híbrida de Tagger. Quando da análise dos terços, as duas técnicas apresentaram um desenvolvimento de calor estatisticamente maior no terço médio quando comparado ao apical. Ambas as técnicas apresentaram um aumento de temperatura na superfície externa da raiz inferior a 10C, consideradas, então seguras para a utilização diária na clínica.

Autores:
Rodrigo Sanches Cunha, Manoel Eduardo de Lima Machado, Carlos E S Bueno e
Luiz Valdrighi

Artigo Científico - Revista de Ciências Médicas - PUC-Campinas


Canal Mésio-Central em Primeiro Molar Inferior: Revisão da Literatura e Relato de Caso Clínico.

Revista de Ciências Médicas n.4 Jul/Ago 2005

Atualmente com o advento da magnificação visual e aumento da luminosidade proporcionada pela Microscopia Operatória, o clínico vem relatando cada vez mais a incidência de canais que antes acabavam passando desapercebido e, muitas vezes, causando insucesso da terapia endodôntica. Um dos casos que vem despertando a atenção é o de molares inferiores, mais precisamente em sua raiz mesial, onde, entre os habituais canais mésio-vestibular e mésio-lingual, um canal denominado mésio-central vem sendo observado. Este trabalho não só relata um caso clínico da presença desse canal, mas também uma breve revisão de literatura que mostra a incidência do canal mésio-central.

Autores:
Rodrigo Sanches Cunha, Carlos Eduardo Fontana, Cláudia Fernandes de Magalhães Silveira, Kenner Bruno Miguita, Alexandre Sigrist De Martin, Carlos Eduardo da Silveira Bueno

Artigo Científico - Dens Invaginatus Tipo III


Endodontic Treatment Of Dens Invaginatus With A Periradicular Lesion: Case Report

AUSTRALIAN ENDODONTIC JOURNAL VOLUME 31 No. 3 DECEMBER 2005

A left maxillary lateral incisor with Type III dens invaginatus with a periradicular lesion was treated non-surgically. Pulp involvement and periapical abscess subsequent to contamination through the invagination space were observed. The signs (sinus tract) and symptoms ceased after treatment. Complete healing of the periradicular lesion was observed at the one-year follow-up examination.

Autores:
Alexandre Sigrist De Martin, Carlos Eduardo da Silveira Bueno, Rodrigo Sanches Cunha, Roberta Aranha de Araújo e Cláudia Fernandes de Magalhães Silveira

Artigo Científico - Brazilian Dental Journal


Effectiveness of Rotary and Hand Files in
Gutta-percha and Sealer Removal Using
Chloroform or Chlorhexidine Gel


Braz Dent J (2006) 17(2): 139-143

The purpose of this study was to assess in vitro the efficacy of nickel-titanium K3 rotary files and hand files for removal of gutta-percha and sealer from obturated root canals using either chloroform or chlorhexidine as solvents. Sixty extracted single-rooted bovine teeth with straight, large canals were prepared, obtured and randomly assigned to 3 groups (n=20). The teeth were stored at 37oC for 1 month and then the gutta-percha and sealer were removed using different techniques, as follows. Group I: size 3 Gates-Glidden drills plus size 30 hand K-files and Hedström files and chloroform, Group II: K3 NiTi rotary files and chloroform, and Group III: K3 NiTi rotary files and 2% chlorhexidine gel. Radiographs were taken and scanned and the images were digitized. The total area of the canal and the area with remaining obturation material were measured in millimeters using a computed image analysis system (ImageLab). Data were analyzed statistically by one-way ANOVA and Tukey test at 5% significance level. The groups differed statistically (p<0.05) with respect to the average percentage of remaining gutta-percha and sealer, presenting the following sequence of effectiveness (from most to least effective): Group I (15.48%), Group II (28.42%) and Group III (35.96%). The findings of this study showed that, despite the technique used for removal of filling material, none of the retreated canals were completely free of gutta-percha and sealer remnants. The use of stainless steel hand files resulted in a lesser amount of filling debris than the use of nickel-titanium rotary instruments.

Autores:
Carlos Eduardo da Silveira Bueno, Maraisa Greggio Delboni, Roberta Aranha de Araújo, Hilton José Carrara e Rodrigo Sanches Cunha

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

II ENCONTRO INTERNACIONAL DE ENDODONTIA - EEC


Fico feliz em anunciar que haverá o II Encontro Internacional de Endodontia da EEC.
Como ocorreu no primeiro encontro, esperamos encontrar muitos de nossos ex-alunos!!
A data prevista está marcad para os dias 29 e 30 de Março de 2008 no Auditório do C.P.O - São Leopoldo Mandic - Campinas.
Aguardem a grade científica que está sendo montada pela comissão coordenada pelo Dr. Kenner B. Miguita!!

terça-feira, 7 de agosto de 2007

18 CIORJ


Acontecerá nos dias 1 a 4 de setembro de 2007 o 18 Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro. Tive o prazer de conhecer a Profa. Helena Rabang, professora do Curso de Especialização em Endodontia da Odontoclínica da Marinha - RJ. Fui convidado para participar do 10º Congresso Mundial de Odontologia Militar (CMOM), organizado pela ABOMI, reunirá cirurgiões-dentistas militares das três Força Armadas e das Forças Auxiliares do Brasil, além de cirurgiões-dentistas militares de diversos países estrangeiros. É uma excelente oportunidade de troca de informações e congraçamento entre profissionais de origens e formações distintas. No X CMOM, além dos cursos e conferências em várias especialidades, apresentaremos uma mesa-redonda que terá como tema principal Administração das odontoclínicas militares: suas peculiaridades no aspecto gerencial e de atendimento com diretores e chefes de serviços odontológicos das Forças Armadas e Auxiliares do Brasil e oficiais CDs de outros países.

A ABOMI

A Academia Brasileira de Odontologia Militar, fundada em 8 de março de 1982, é uma entidade civil que reúne dentistas militares das três Forças Armadas e das Forças Auxiliares, com o objetivo de promover a Odontologia Militar em seus múltiplos aspectos. A Academia oferece o aperfeiçoamento dos dentistas militares e a qualidade dos serviços prestados, assessorando as autoridades militares dentro de suas possibilidades.
Em convênio com a Marinha, Exército e Aeronáutica, disponibiliza cursos de especialização e atualização para CDs militares e civis em organizações militares, localizadas em diversos estados do nosso país. Vou ministrar uma conferência sobre "Endodontia vs Implantes - quando um dente está condenado?".

IFEA 7 World Endodontic Congress - Canada


Acontecerá do dia 22 à 25 de Agosto o 7 Congresso Mundial de Endodontia em Vancouver -Canada. Estarei nessas datas apresentando 02 trabalhos e participando de outros dois, representando a Equipe de Endodontia de Campinas, juntamente com os professores Carlos Fontana, Roberta Araújo e Cristiane Takahashi, além da amiga Dra Flávia trigo Delman. Logo que voltar discutirei as novidades deste evento com todos !!!!

ESPECIALIZAÇÃO E MESTRADO EM ENDODONTIA - EEC


Começa no mês de agosto os cursos de especialização, mestrado e aperfeiçoamento avançado em endodontia na C.P.O-São Leopoldo Mandic, sob a coordenação do Prof. Carlos Eduardo da Silveira Bueno. A procura tem sido grande, o que muito nos anima para continuar no caminho!!!